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sábado, 29 de agosto de 2009

rizoma arroz raiz risoma riso salada de batata!?!



rozélia medeiros 09


Nesse nosso mundo onde as informações nos atingem, mais do que nos alcançam, no mais das vezes - como me aconteceu com Deleuze (e Guatarri) - conheci antes os "deleuzianos”,  pauvre Deleuze, pauvre de moi! Mas, depois que li (ou seria subi) (em alguns) platôs (dos mil, alguns) gostei, gostei muito mais. Sou uma tanto preconceituosa, prá não confessar preguiçosa (não sei o que é pior), e, como autêntica semioticista Peircecótica, tendo a não levar muito em consideração o que está fora do âmbito de concentração da epistemologia semiótica de Charles Peirce. Mas tenho que admitir, que em função da minha dificuldade em ler ‘ uma certa verborragia”, cheia de adjetivos e qualidades subjetivas dos autores franceses, quando  consegui atingir uma predisposição mais dócil, mais literária talvez, acho que comecei a compreender o conceito de Rizoma (figurinhas acima), sua utilidade contemporânea. Sistemas abertos, semioses circulares e infinitas, séries tuberculares estruturantes, estruturas seriadas, redes e tentáculos, projeções neuronais, sinapses, bolsas, bolsões, pulsões, condutos, bolhas, bicho – folha ... ( continua eventually

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